nhé

Outubro 6, 2009 · Deixe um comentário

Passou a fase teórico brega…

e a vizinha continua chamando o filho de psicopata.

É doentio.

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Setembro 29, 2009 · 1 Comentário

Escrevo versos sem personalidade.
Aí então, apago.
A vicissitude tem sido marca da estradinha de terra
através da qual ouso caminhar.
Pedras que encontro no caminho,
tropeços, infindáveis violações.
Tão eficazes.
A chuva, cujas gotículas geladas escorrem em minha pele,
não me assusta, conquanto o cheiro da terra úmida se faz sensível.
É agradável sentir que sinto tudo isso.
Sinto como se nunca antes tivesse sentido.
Palpável alegria de ser só, envolta em tudo.
 
Natureza viva – Suzan dos Anjos

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pulando por sobre as estrelas

Agosto 31, 2009 · 1 Comentário

Procurando as palavras certas. Palavras que não deixem transparecer, mas que também não escondam.
Arquivos antigos no computador, diários nada diários.
Tudo aqui. Papel e lápis sobre a cabeceira.
Sob os cobertores o peso dos dias.
Frio e calor, tudo se mistura.
Flocos de poeira voam no ar. Luminária vermelha ilumina. Espetáculo que beira o surreal.
O disco está riscado, mas eu não me importo. Desliza, desliza, qualquer hora passa, deixa pra lá.
É somente… somente só. Só solidão. Que te completa e que sempre está.
“E ela deu de ombros” fingindo que estava tudo bem. Cinema mudo.
Por vezes confundo. Paladar, felicidade ou coisa que o valha?
Noite bonita.
Calmaria de sempre.
Levíssima sim.
Me permito certas reflexões.
Conclusão: Amanhã o sol brilhará forte. E eu? Eu direi bom dia.

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Valeriane

Julho 23, 2009 · Deixe um comentário

Crise. Bloqueios criativos. Pressão baixa. Espírito vulgar. Irracionalidade. Fraqueza. Consumismo exacerbado. Preguiça de viver. Misture tudo isso com uma pitada de descontrole emocional e uma colher de sopa de insegurança. Acrescente cansaço físico e mental em pó. Adicione dúvidas a gosto e … e estará escrevendo uma receita patética que mostra claramente a sua INCAPACIDADE DE ESCREVER ALGO MELHOR. Hunnn. Que delícia! 

Sabe. Escrever era tipo a última esperança pra mim.  

ps.: fiz uma releitura autocrítica do blog, apaguei algumas coisas, embora ache isso demasiado desonesto comigo mesma.

Talvez, adeus.

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realidade

Junho 8, 2009 · 1 Comentário

não interessa.

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cri cri cri…

Junho 4, 2009 · Deixe um comentário

“Quando eu vi
Que o largo dos aflitos
Não era bastante largo
Pra caber minha aflição,
Eu fui morar na estação da luz,
Porque estava tudo escuro
Dentro do meu coração.”

Tom Zé

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senza fine

Maio 5, 2009 · Deixe um comentário

 

Porque hoje saí do automático.

Simples assim… de repente respirei.

Sutilezas me fazem sorrir.

Tenho me sentido feliz simplesmente

e danço e canto e percebo …

Qual é o problema afinal?

Não mais me sentirei culpada.

 

 

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Ausência

Abril 25, 2009 · Deixe um comentário

Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.

Carlos Drummond de Andrade

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14 de abril

Abril 14, 2009 · Deixe um comentário

É que a não muito tempo atrás a mãe me acordava com essa musiquinha nos dias 14 de abril. Não que eu goste da Xuxa, mas deu saudade…

Parabéns pra mim!

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Juro que vi Gregor Samsa no meu quarto.

Abril 7, 2009 · Deixe um comentário

… e o texto acaba aqui, sem sequer ter começado.

.fiquei com medo. fugi.

 

 

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