Passou a fase teórico brega…
e a vizinha continua chamando o filho de psicopata.
É doentio.
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Crise. Bloqueios criativos. Pressão baixa. Espírito vulgar. Irracionalidade. Fraqueza. Consumismo exacerbado. Preguiça de viver. Misture tudo isso com uma pitada de descontrole emocional e uma colher de sopa de insegurança. Acrescente cansaço físico e mental em pó. Adicione dúvidas a gosto e … e estará escrevendo uma receita patética que mostra claramente a sua INCAPACIDADE DE ESCREVER ALGO MELHOR. Hunnn. Que delícia!
Sabe. Escrever era tipo a última esperança pra mim.
ps.: fiz uma releitura autocrítica do blog, apaguei algumas coisas, embora ache isso demasiado desonesto comigo mesma.
Talvez, adeus.
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“Quando eu vi
Que o largo dos aflitos
Não era bastante largo
Pra caber minha aflição,
Eu fui morar na estação da luz,
Porque estava tudo escuro
Dentro do meu coração.”
Tom Zé
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Porque hoje saí do automático.
Simples assim… de repente respirei.
Sutilezas me fazem sorrir.
Tenho me sentido feliz simplesmente
e danço e canto e percebo …
Qual é o problema afinal?
Não mais me sentirei culpada.
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Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.
Carlos Drummond de Andrade
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É que a não muito tempo atrás a mãe me acordava com essa musiquinha nos dias 14 de abril. Não que eu goste da Xuxa, mas deu saudade…
Parabéns pra mim!
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… e o texto acaba aqui, sem sequer ter começado.
.fiquei com medo. fugi.
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